15/02/15

Selecionar para determinar sua qualidade preferida!

Abaixo um artigo que li e resolvi compartilhar com vocês nobres amigos, muito interessante e muito debatido.

O simples ato de juntar casais para criar, chama-se Reprodução. Selecionar é determinar quais indivíduos serão os pais das futuras gerações. Tanto faz se essa seleção se processa por consanguinidade ou por acasalamentos de pássaros oriundos dos mais diversos criadores e localidades, sem a mínima possibilidade de existir qualquer percentual do mesmo sangue. E é aí que mora o problema.
A consanguinidade é apenas um dos métodos de seleção. Como em tudo, temos adeptos e contrários. Nem um nem outro está com a total razão, porém existem pontos que precisam ser mencionados para não fazer crer que o método de sleção por consanguinidade é um método de gerar monstros ou aleijados.
Em todas as espécies animais, de banco genético infinitamente menor que nossos nativos, foi utilizada a consanguinidade em menor ou maior escala. Como em tudo é preciso cuidados, observações, analises, etc. e está intimamente ligado ao ponto de partida.
Volto a manifestar um trecho de uma conversa com o Mestre Paulo Rui, onde foram elencados os predicados ou qualidades que deveriam ter os reprodutores, chegando a conclusão que mais importante que as qualidades canoras ou de fibra ou valentia, o principal é a integridade e higidez dos reprodutores. Seleção, que parte com pássaros doentes, portadores de patologias, defeituosos, só irá gerar problemas.
Mesmo em liberdade existe a consanguinidade, fato este observado e narrado pelo prof. Luiz Otavio Marcondes Machado, no livro “O Canário da Terra – Comportamento Reprodutivo e Social” .
Também o grande estudioso e selecionador de pássaros e galos combatentes, Orlando Rivera Gomes – Espanha, diz:
«tu crees que estos pajaritos que andan por ahí volando libres saben quien o cual es su madre, padre, hermano o hermana, tio o tía? »
A Consanguinidade, que defendo e divulgo, é para ser utilizada para a formação de um reprodutor ou raçador, portador de determinada qualidade que se queira fixar no plantel. Este consanguíneo, mesmo que F6, produzirá quando cruzado com outro pássaro de outra linhagem ou produto de exocruzamentos, um filhote com todo o vigor do híbrido, porém com grandes probabilidades de ter qualidades iguais à do reprodutor consanguíneo.
Convém lembrar que esse Reprodutor Consanguíneo é homozigoto para aquela qualidade selecionada. e Não para todas as qualidades.
Com o tamanho de nosso banco genético natural de nossos nativos, é tranquilo afirmar que essa “depressão endogâmica” jamais ocorrerá.
Para tanto, veja:
1 – No Brasil a raça de bovinos Nelore, com mais de 100 milhões de indivíduos, é tida e reconhecida pela grande rusticidade, resistência a endo e ecto parasitas, fertilidade, ganho de pêso, etc. Muito bem, a exeção de uns poucos animais importados por criadores do Rio de Janeiro (Lengrubrer e outros) a grande importação se deu até 1962 por criadores da então Sociedade Rural do Triângulo Mineiro, hoje Ass. Bras. dos Criadores de Zebu, que totalizou apenas 5.300 animais, sendo a grande maioria fêmeas. Nesta raça foi praticada, com sabedoria, muita consanguinidade especialmente com alguns poucos touros excepcionais e o resultado aí está. O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina.
2 – Todo o plantel norte americano de cavalos Puro Sangue de Corrida descende praticamente de 4 garanhões. Foi intensa a consanguinidade. Aí algum desavisado poderá dizer que transformaram-se em cavalos geniosos e que não se prestam à montaria. Mas quem falou que era para ser cavalos de sela??? o objetivo da seleção era e continua a ser exatamente este: Cavalos geniosos de grande explosão muscular e de índole imbativel. O objetivo é ganhar corridas e não ter cavalos de sela.
3 – Na raça Holandesa Preta e Branca, campeã absoluta em produção leiteira, também foi praticada a consanguinidade para se obter touros de extraordinária característica e transmissão de aptidão leiteira. Para terem noção da utilização, apenas do touro ” Lord Lilly” foram vendidas mais de 1 Milhão de doses de sêmen. Foi utilizado e reutilizado.
4 – Se quiserem podem tentar buscar qual o grau de sangue de “nosso” frango industrial (o que se vende para consumo). Esse produto é o resultado do cruzamento de duas ou mais linhagens de seleção fechadas e homozigotas. E quer maior exemplo de explosão de rusticidade (vivem 10 por m2) aos 48 dias já atingem peso de abate, o índice de mortalidade é baixíssimo, etc. Na verdade esse é um dos mais maiores sucessos da criação doméstica e um dos mais bem guardados segredos de seleção e acasalamentos.
Finalmente como em tudo é necessário o bom senso e a decisão individual de cada criador em determinar os objetivos ideais para seu plantel e qual o caminho que quer percorrer para chegar a ele.
Luis Antonio Taddei
Escrito por Luis Antonio Taddei, em 19/7/2004

26/02/11

Fórum Dicas Galísticas de Volta

Boa tarde galera.
Es tou postando aqui o endereço de nosso novo fórum do Dicas Galísticas, para que todos os nossos leitores possam compartilhar informações, troca de experiencias na criação e tudo quanto pode mos fazer em um fórum estruturado e com as áreas devidamente separadas, para melhor organização.

Só peço a vocês um pouco de pasciência, pois ainda estou formulando as áreas, mas prometo que ficará muito bom depois de totalmente pronto.

Segue endereço do fórum caso queiram já podem fazer seu cadastro e começar a usar;

http://dicasgalisticas.forumeiros.com/

Abraços à todos!

28/07/10

Patê de fuá-grá

O foie gras (pronúncia “fuá-grá”) – termo que em francês significa “fígado gordo” – é o fígado de um pato ou ganso que foi super-alimentado. Junto com as trufas, o foie gras é considerado uma das maiores iguarias da culinária francesa. Possui consistência amanteigada e sabor mais suave em relação ao fígado normal de pato ou ganso.
Patos e gansos são onívoros e, como muitos pássaros, possuem gargantas bastante elásticas, que se expandem e os permite armazenar comida no esôfago (também chamado de “papo” das aves) enquanto espera a digestão no estômago. Na natureza, essa dilatação os permite engolir alimentos grandes, como peixes inteiros, para um longo processo digestivo. Um pato selvagem pode dobrar de peso no outono, acumulando gordura por seu corpo, especialmente no fígado. Esse ganho de peso é inteiramente reversível, tanto no animal selvagem quanto no doméstico.


A fase seguinte, chamada pelos franceses de finition d’engraissement (complementação do processo de engorda), envolve ingestão ou alimentação forçada durante os últimos 12 a 15 dias de vida para patos e 15 a 18 dias para gansos. Durante essa fase, os patos são geralmente alimentados seis vezes por dia, e os gansos oito vezes
A alimentação forçada explora da forma mais radical possível um processo natural, através do qual patos e gansos armazenam gordura em seus fígados em preparação para a migração de inverno. A alimentação, geralmente milho embebido em manteiga para facilitar a ingestão, causa uma grande acumulação de gordura no fígado, responsável pela sua consistência amanteigada.
O foie gras é ilegal em muitos locais, e há legislação pendente em outros. Os animais as vezes tem as patas coladas no chão, e ficam em gaiolas que não permitem nem que eles se levantem, tudo para não possa fazer digestão dos alimentos ingeridos.
Créditos: André

Marek Aviária Cuidado.

A Doença de Marek é uma enfermidade neoplásica causada por um vírus, que afeta nervos, pele, baço, rins, fígado, ovários, testículos, olhos e as demais vísceras do organismo das aves.

No ano de 1907, o pesquisador húngaro Josef Marek descreveu pela primeira vez, a paralisia parcial em frangos. Em conjunto com outros pesquisadores, ele mostrou lesões microscópicas no encéfalo, coluna vertebral e nervos periféricos. No ano de 1949, a forma neurológica desta enfermidade foi associada a tumores malignos linfóides de órgãos viscerais e músculos, na época, recebendo o nome de neurolinfomatose, hoje conhecida como Doença de Marek.

Seu agente etiológico é um alphaherpesvirus, conhecido como o vírus da doença de Marek (VDM) ou herpesvirus gallid 2 (GaHV-2). Fora de células, este vírus é facilmente destruído por desinfetantes comuns; ele dura mais tempo em ambientes frios, por isso causa mais problemas no inverno. Ele é formado por dois invólucros, levando consigo, um dos invólucros ao sair da membrana externa da célula. Pode espalhar-se para outras células através das ligações intracelulares, sendo assim se a célula morre o vírus é incapaz de apanhar o seu invólucro, ficando inativado.

Este vírus é relacionado aos vírus ao herpesvírus de perus (HVT) e de Epstein-Barr (VEB) que causa doença de Hodgkins em humanos (câncer). No entanto, o VDM não é uma ameaça a saúde humana, pois não cresce em células de mamíferos. Existem três sorotipos de herpesvírus aviários do grupo B:

* Sorotipo I: usados na produção da vacina (atenuada) contra esta enfermidade.
* Sorotipo II: população de vírus não patogênica.
* Sorotipo III: os HTV compõem este sorotipo. A diferenciação é feita através de anticorpos monoclonais e outras técnicas laboratoriais.

Existem cinco síndromes que podem ocorrer após a infecção com o vírus da doença de Marek, são elas:

* Doença de Marek Clássica ou neurolinfomatose: causa paralisia assimétrica de um ou mais membros. Quando acomete o nervo vago, podem ocorrer dificuldade respiratória e dilatação das culturas. Frequentemente, há também lesões dos nervos periféricos, infiltração linfomatosa, tumores (pele, músculo esquelético e órgãos viscerais).
Imagem
* Doença de Marek Aguda: é uma epidemia que acomete animais previamente vacinados ou infectados, levando à depressão, paralisia e morte de grande parte dos animais. Afeta animais muito jovens numa faixa etária de quatro a oito semanas de vida.
Imagem
* Linfomatose ocular: leva à infiltração linfocitária da íris, anisocoria e cegueira.
Imagem
* Doença de Marek cutânea: gera lesões arredondadas, firmes, junto aos folículos de penas.
* Arterosclerose: induzida experimentalmente em animais afetados.
* Imunossupressão: há um impedimento da resposta imunológica por parte do linfócito T, tornando as aves mais susceptíveis a outras doenças.
Imagem
O diagnóstico é feito baseado nos sinais clínicos, além da observação de um alargamento de nervo (geralmente o isquiático). A presença de nódulos em órgãos internos, também pode indicar esta enfermidade, mas se faz necessária a realização de exames histológicos.

Não há tratamento para esta doença. O isolamento também não é possível de ser feito, pois o VDM está presente em todos os ambientes avícolas. O recomendado para a prevenção é a vacinação. Entretanto, sua administração não impede a transmissão do vírus para animais não infectados.

Fontes:
[url]http://en.wikipedia.org/wiki/Marek’s_disease[/url]
http://www.acercsp.org/doencas.htm
http://www.fortdodge.com.br/14sanidade/pdf/06doencademarek.pdf

20/07/10

Regulamento do Galismo atualizado

Pessoal graças a ajuda do nosso amigo Lídio, estou trazendo novamente o regulamento atualizado sobre o esporte, baixem

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR

Valeu Lídio obrigado pela colaboração!

22/06/10

Avicultura Escancarada

Não gosto de usar exemplos desse tipo para mostrar as coisas que muitos fazem de conta que não existe. Mas, realmente quando somos atacados e perseguidos, não nos resta outra saída a não ser, nos defendermos.
Existem pessoas que simplesmente não querem enxergar a realidade, e, estas, precisam ser alertadas com um choque desse tipo, para que possam expandir seus horizontes e deirarem de hipocrisia. Procurando assim tomar exemplo das coisas que estão embaixo de seus narizes.


Achei este vídeo no Combatente Online.
Visitem nosso Fórum e comentem a respeito
Segue: